No final do século XIX, a cidade de Belo Horizonte foi planejada para ser a nova capital do Estado. A Praça da Liberdade foi o lugar escolhido para abrigar o centro administrativo com jardins, coretos, repuxos e estátuas em mármore de carrara.
A Praça da Liberdade localiza-se no final da Avenida João Pinheiro, de frente para o Palácio da Liberdade, sendo cortada por dupla fileira de palmeiras imperiais. Cercando a praça, construções ecléticas datadas da época da transferência da capital.
Av. Brasil, Av. Bias Fortes e Av. João Pinheiro – Savassi
A Praça Carlos Chagas ocupa uma área de 33.700 metros quadrados e é conhecida popularmente como Praça da Assembleia. Com projeto paisagístico de Burle Marx, é considerada a segunda maior praça da cidade, depois da Praça do Papa. Em seu espaço além de jardins, coreto, encontra-se a Igreja de Nossa Senhora de Fátima.
Localização: Santo Agostinho
Fundado em julho de 1990 e implantado em 1995, quando era chamado de Parque do Acaba Mundo, o Parque Municipal Juscelino Kubitschek, mais conhecido como Praça JK, ocupa uma área de aproximadamente 28 mil metros quadrados, oferecendo como opções de lazer quadra de futebol, equipamentos de ginástica, equipamentos de alongamento para a terceira idade, pista de caminhada, áreas de convivência com bancos e mesas, brinquedos e um espaço para a realização de atividades culturais e esportivas.
Sua vegetação é predominantemente introduzida, apresentando espécies ornamentais e arbóreas. Ao passear pelo local é possível observar aves, como bem-te-vis, rolinhas e sabiás.
Av. dos Bandeirantes, 240 – Sion
Que belo horizonte!. Esta frase foi dita por ninguém menos que o Papa João Paulo II, diante da paisagem vista da Praça Israel Pinheiro, no alto das Mangabeiras. Depois da missa campal, realizada em 1980, passou a ser chamada de Praça do Papa, onde foi erguido um monumento para homenagear o ilustre visitante. Cercada pela Serra do Curral, a praça é um belo lugar para passear e apreciar a vista panorâmica da cidade.
Av. Agulhas Negras – Mangabeiras
O projeto do arquiteto Éric de Paula foi inspirado nos jardins europeus. A Praça Raul Soares tem uma característica que a torna única na cidade: seu piso em mosaico português com motivo marajoara, povo indígena considerado extinto, mas que segue vivo em seus descendentes. No centro da praça está a fonte, cujo contorno nos remete à imagem da Chakana, a cruz Inca, povo originário do Peru, país onde é a foz do rio Amazonas.
Ela possui doze pontos, cada um dos quais divididos em terços que representam três mundos: o mundo inferior, que é o mundo dos mortos; o mundo que vivemos, que é o mundo dos vivos; e o mundo superior, que é o mundo dos espíritos. Ao ler os signos deste novo território, compreendemos ainda mais o que guiou a curadoria desta edição. Esta mesma praça que guarda a cultura dos povos originários do rio Amazonas é considerada o centro geográfico, o marco zero de BH, e por ela cruzam avenidas que conectam as regiões oeste e leste, central e sul da cidade.
Mas, para além das travessias, a Praça Raul Soares é, sobretudo, um lugar de encontros de pessoas e de histórias, é lugar de toda a gente. Muito iluminada, a praça oferece segurança a todos os visitantes e também acessibilidade às pessoas com dificuldade de locomoção.
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Cruzamento das avenidas Bias Fortes, Augusto de Lima, Amazonas e Olegário Maciel – Centro
A construção da praça teve início em 1904 e, desta época, destacam-se até hoje nos jardins os dois leões em mármore, encomendados ao artista belga Folini. No largo, encontra-se também o Monumento à Terra Mineira, estátua de bronze que homenageia os heróis da inconfidência. A Praça Rui Barbosa é atualmente um dos principais espaços públicos para a realização de shows e eventos. Nela acontece uma das maiores festas juninas do país, o Arraial de Belo Horizonte. Abriga ainda a Estação Central do Metrô e o Museu de Artes e Ofícios, o único museu do gênero na América Latina, implantado em um belo edifício neoclássico.
Av. dos Andradas, 201 – Centro
O primeiro desenho interno da Praça São Francisco de Assis foi elaborado pelo paisagista Roberto Burle Marx em colaboração com H. L. de Mello Barreto, que previa o aproveitamento da massa arbórea existente. Em 1990, foi elaborado o segundo desenho interno da praça, cujas diretrizes se diferenciavam totalmente do projeto anterior devido às condições ambientais, dentre elas, a alteração do seu desenho externo. As formas curvas dos ambientes potencializam os encontros e o descanso, centralizando-se no grande ambiente central, lugar obrigatório da passagem de todos os usuários.
Os passeios têm dimensões adequadas para o fluxo de pedestres, principalmente próximo à Igreja de São Francisco, onde as larguras foram ampliadas de forma a acomodarem o grande número de visitantes atraídos pela mesma e pela Lagoa da Pampulha. Devido à burocracia pública, o arquiteto não pôde apresentar este Estudo Preliminar ao prefeito que por sua vez não o aprovou pois desejava mais áreas ajardinadas. Um segundo Estudo Preliminar foi elaborado dentro dessas novas diretrizes, tendo sido aprovado e elaborado o Projeto.

